• O Governo do Estado de Mato Grosso criou o Movimento Investe Brasil e está percorrendo diversas cidades para defender a tese da reestruturação da dívida pública dos Estados e municípios brasileiros. O movimento está sendo liderado pelo governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, que determinou ao secretário de Fazenda, Eder Moraes, difundir e buscar adesão à proposta, apresentando a idéia a empresários nacionais, federações, confederações, senado, câmara federal,
    entre outros, com o objetivo de colher assinaturas em prol dessa luta pelo desenvolvimento do Brasil.
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Proposta de renegociação da dívida será apresentada em encontro nacional da maçonaria

terça-feira, 14 de julho de 2009

A proposta de renegociação da dívida pública dos Estados e municípios com a União, liderada por Mato Grosso, será apresentada neste sábado à noite (11.07), pelo secretário de Fazenda, Eder Moraes, na abertura da XXXVIII Assembleia Geral da Confederação Maçônica Simbólica do Brasil (CMSB), em Goiânia (GO).

O convite para a apresentação partiu do Grão Mestre da Grande Loja Maçônica de Mato Grosso, José Carlos de Almeida, após visita do secretário ao Palácio da Harmonia e pedido de apoio à proposta, a fim de transformar juros em obras, com a garantia de mais recursos para investimento em infraestrutura.

Além de representar o Governo de Mato Grosso, na oportunidade, Eder Moraes fará às Grandes Lojas Maçônicas um amplo detalhamento do movimento para aprovação da proposta, intitulado “Investe Brasil”. Para ele, a discussão foge do campo político, sendo extremamente técnica. “O ministro Guido Mantega entende que não é o momento de fazer superávit primário, de se estar poupando muito. É hora de colocar recursos na economia real, de fazer girar e circular a riqueza, de gerar empregos e renda à população”, disse, ao afirmar que este é o modelo econômico que pode contrapor a crise econômica e dar um exemplo ao mundo de como crescer e gerar empregos.

Segundo o secretário de Fazenda, a participação da sociedade organizada como a Maçonaria, para apoiar a aprovação da proposta junto à União, é muito importante. “Não queremos partir para uma briga jurídica. O atual modelo de juros compostos que está sendo praticado na dívida pública não se sustenta nem por cinco minutos. A união estabeleceu uma relação de agiotagem com os Estados e municípios. Em 1998 devíamos R$ 3,179 bilhões, em 10 anos quitamos R$ 5,134 bilhões e continuamos devendo R$ 5,389 bilhões”, explicou Moraes.

A proposta retira o indexador (IGP-DI) dos contratos da dívida de longo prazo; reduz para o máximo de 10% o comprometimento da receita corrente líquida dos Estados e municípios para pagamento das parcelas das dívidas renegociadas; reduz a taxa de juros dos contratos de 6% a.a. (ao ano) para 4% a.a.; e deixa claro que os recursos economizados com a reestruturação dos contratos serão exclusivamente investidos em infraestrutura econômica, e não podem ser gastos com despesas de custeio.

DADOS DA DÍVIDA

A dívida de todos os Estados e Municípios com a União já alcança cerca de R$ 409 bilhões. Somente em juros e indexadores, a União arrecada todos os anos aproximadamente R$ 5 bilhões. O dinheiro estaria sendo utilizado principalmente para obtenção do superávit primário e o resgate de títulos da dívida pública brasileira. São estes R$ 5 bilhões que poderiam ser aplicados diretamente pelos Estados e Municípios para a construção de obras, movimentar a economia e contribuir para a superação da crise econômica mundial.

A Assembleia Geral da CMSB congrega as grandes lojas de todos os Estados do país, e reúne representantes de mais de três mil lojas maçônicas, o que equivale a aproximadamente 150 mil maçons. “Teremos a oportunidade de apresentar para pessoas com grande influência na sociedade a importância de se devolver aos Estados sua capacidade de investimento em obras estruturantes”, concluiu Eder Moraes.

Eder Moraes discursa para multidão no maior primeiro de maio do mundo

sexta-feira, 8 de maio de 2009
Eder Moraes discursa para multidão no 1º de maio

Eder Moraes discursa para multidão no 1º de maio

SÃO PAULO - Com o slogan “menos juros, mais empregos”, o secretário de Fazenda de Mato Grosso, Eder Moraes, discursou na sexta-feira (1º.05), em São Paulo (SP), durante a festa do trabalhador da Força Sindical, maior primeiro de maio do mundo. Ao lado de lideranças sindicais nacionais, como o presidente da Força, Paulo Pereira da Silva (Paulinho), o secretário defendeu o movimento liderado por Mato Grosso, de reestruturação da dívida pública dos estados e municípios brasileiros.

“A proposta de Mato Grosso visa a reverter os juros pagos com a dívida pública em geração de trabalho, empregos e renda”, disse Eder à multidão de mais de 1 milhão de pessoas, enfatizando a necessidade de um reenquadramento dos contratos dos estados e municípios com a União, de acordo com a nova proposta macroeconômica do país. “Só assim vamos manter a economia aquecida”, reiterou o secretário de Fazenda.

Ao final do discurso, Moraes dividiu a multidão em dois coros: um gritava menos juros e o outro mais empregos. “Foi uma honra ser convidado pelo Paulinho para falar a um número tão grande de pessoas que representam os trabalhadores desse país”, afirmou. O secretário discursou ao lado de pessoas importantes que discutem política e trabalho no Brasil. Ele é o primeiro mato-grossense da história do Estado que participa do movimento engajado pela Força Sindical.

Estavam presentes no movimento lideranças como o senador Eduardo Suplicy; os deputados federais Ciro Gomes e Aldo Rebelo; e o ex-ministro do Trabalho, Antônio Rogério Magri; entre outros políticos e sindicalistas.

Fonte: Luciane Mildenberger/ASC SEFAZ-MT