• O Governo do Estado de Mato Grosso criou o Movimento Investe Brasil e está percorrendo diversas cidades para defender a tese da reestruturação da dívida pública dos Estados e municípios brasileiros. O movimento está sendo liderado pelo governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, que determinou ao secretário de Fazenda, Eder Moraes, difundir e buscar adesão à proposta, apresentando a idéia a empresários nacionais, federações, confederações, senado, câmara federal,
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Posts com a Tag ‘blairo maggi’

Campanha pela renegociação das dívidas estaduais é destaque na Agência Senado

domingo, 25 de janeiro de 2009
Eder Moraes e o governador Blairo Maggi

Eder Moraes e o governador Blairo Maggi

A proposta nacional de renegociação das dívidas dos Estados e Municípios brasileiros, encampada pelo governador Blairo Maggi e conduzida pelo secretário de Fazenda, Eder Moraes, foi destaque, no dia 23 de janeiro, na Agência Senado. Intitulada “Com a crise, Mato Grosso lança campanha pela renegociação das dívidas estaduais”, a reportagem relata que com a crise econômica começando a afetar a produção brasileira, os governos dos estados se inquietam com a possibilidade de queda na arrecadação.

“Como a Lei de Responsabilidade Fiscal limita seus endividamentos e impede que os Estados lancem títulos de dívida no mercado, o governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, lançou um movimento para conseguir do governo federal mudanças dos contratos de renegociação das dívidas estaduais e municipais assumidas pela União no final dos anos 90”, diz trecho divulgado pela Agência Senado.

Também é mencionado que Maggi quer que os governadores e prefeitos pressionem o Congresso e o governo para revisão dos contratos, explicando a proposta de Mato Grosso de renegociação das dívidas com a União - que inclui o fim da indexação, a suspensão temporária do pagamento dos juros e encargos por dois anos e a redução de 15% para 13% do comprometimento da receita líquida real para pagamento das dívidas.

“A princípio, ele defende uma moratória de dois anos sobre os juros e os encargos da dívida superior a R$ 330 bilhões dos Estados e municípios junto ao governo federal. Fora isso, ele entende que a União deve eliminar dos contratos a correção da dívida pelo IGP-DI, ficando apenas os juros de 6% ao ano. Reivindica ainda mudança nas leis que sustentaram o plano de reestruturação das dívidas estaduais e municipais (Leis 8.727/93 e 9.496/97), para reduzir de 15% para 13% das receitas líquidas reais o montante que deve ser usado no pagamento das dívidas”, relata a reportagem.

O governador, segundo a publicação, pondera que o governo federal vem concedendo ajuda às empresas afetadas pela crise, mas até agora nada foi feito para reduzir as dificuldades dos Estados e Municípios. “A arrecadação vai sofrer uma queda”, alerta Blairo Maggi. E os governos estaduais precisam de fôlego para manter seus investimentos, o que amenizaria a crise.

A proposta de renegociação das dívidas também foi destaque na primeira quinzena de janeiro no jornal Folha de São Paulo. A reportagem ouviu o secretário Eder Moraes e abordou que, na opinião dele, a principal medida da proposta seria a retirada da indexação da dívida pelo IGP-DI. Em 2008, segundo Moraes, a combinação de juros prefixados - de 6,5% ao ano - mais o indexador, representou de 19% a 21% de correção sobre o valor total. “É impossível sustentar essa correção. É uma relação de agiotagem”, compara.

A mobilização nacional tem o intuito obter um milhão de assinaturas pelo abaixo-assinado virtual disponível no site: www.movimentoinvestebrasil.com.br e, posteriormente, entregar ao presidente Lula.

Clique aqui e leia a matéria da Agência Senado

MT lidera campanha nacional por menos juros

domingo, 25 de janeiro de 2009

O governador Blairo Maggi, entusiasmado com a proposta do seu secretário de Fazenda, Eder Moraes, está encabençando uma mobilização nacional em defesa da reestruturação das dívidas dos Estados e Municípios. Argumenta que o Brasil vive uma grave crise financeira, que ocasionará redução da capacidade de investimentos públicos e danos expressivos ao emprego, à renda, ao consumo e à arrecadação tributária.
Leia mais aqui

Fonte: RDNews

Com a crise, Mato Grosso lança campanha pela renegociação das dívidas estaduais

sábado, 24 de janeiro de 2009
Governador Blairo Maggi

Governador Blairo Maggi

Com a crise econômica começando a afetar a produção brasileira, os governos dos estados se inquietam com a possibilidade de queda de sua arrecadação. Como a Lei de Responsabilidade Fiscal limita seus endividamentos e impede que os estados lancem títulos de dívida no mercado, o governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, lançou um movimento para conseguir do governo federal mudanças dos contratos de renegociação das dívidas estaduais e municipais assumidas pela União no final dos anos 90.

Maggi quer que os governadores e prefeitos pressionem o Congresso e o governo para revisão dos contratos. A princípio, ele defende uma moratória de dois anos sobre os juros e os encargos da dívida superior a R$ 330 bilhões dos estados e municípios junto ao governo federal. Fora isso, ele entende que a União deve eliminar dos contratos a correção da dívida pelo IGP-DI, ficando apenas os juros de 6% ao ano. Reivindica ainda mudança nas leis que sustentaram o plano de reestruturação das dívidas estaduais e municipais (Leis 8.727/93 e 9.496/97), para reduzir de 15% para 13% das receitas líquidas reais o montante que deve ser usado no pagamento das dívidas.

O governador pondera que o governo federal vem concedendo ajuda às empresas afetadas pela crise, mas até agora nada foi feito para reduzir as dificuldades dos estados e municípios. “A arrecadação vai sofrer uma queda”, alerta Blairo Maggi. E os governos estaduais precisam de fôlego para manter seus investimentos, o que amenizaria a crise.

Fonte: Agência Senado

POÇO SEM FUNDO: dívida sobe, investimentos param

sábado, 17 de janeiro de 2009

Governador Blairo Maggi e o secretário de Fazenda, Eder Moraes

Governador Blairo Maggi e o secretário de Fazenda, Eder Moraes

Estudos feitos pelo Ipea mostram que em MT, 10 anos após a renegociação, saldo devedor aumentou 7 vezes e já passa dos R$ 5,5 bi

Dez anos após a renegociação da dívida pública dos estados junto ao governo federal, o saldo devedor de Mato Grosso aumentou quase sete vezes e hoje supera o montante de R$ 5,5 bilhões. Nesse mesmo período, os investimentos estagnaram em 13% da despesa real. Isso é o que aponta pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A pesquisa foi concluída em dezembro e mostra que, em 1998, a dívida pública de Mato Grosso com o governo federal estava em R$ 805,6 milhões. Mesmo pagando anualmente os juros na ordem de R$ 680 milhões, o saldo devedor não parou de crescer. Enquanto isso, os investimentos pararam e representam 13% da despesa total real do Estado. O índice fica abaixo da média nacional, que é de 17%. Nesse período, Ceará e Roraima apresentaram dados surpreendentes: (22%).

Diante da conjuntura, o governador Blairo Maggi (PR) é um dos que defendem uma nova reestruturação da dívida. Ele vem encampado essa bandeira por meio do Movimento Investe Brasil. Maggi defende que a União substitua o indexador para correção das dívidas dos estados e município e conceda moratória de dois anos sobre juros e encargos. Só em 2008, a soma dos juros de 6,5% ao ano mais o indexador adotado pelo governo federal representou reajuste de aproximadamente 20% sobre o valor total da dívida mato-grossense.

“Mato Grosso irá pagar nesse ano R$ 680 milhões. Valor que compromete a gestão e é bem maior que o que temos para investimento”, afirma Maggi.

Apesar da crítica, a renegociação de 1998 entrou para a história das finanças públicas. Elaborada por técnicos de Alagoas e do governo federal, o trabalho inovou por iniciar com a previsão de não ser alterado no prazo de 10 anos, além de ser acompanhado por um programa de ajuste fiscal de longo prazo para cada Estado.

Fonte: Jornal A Gazeta

Maggi determina cortes em obras para 2009

sábado, 17 de janeiro de 2009

Enquanto pagará cerca de R$ 680 milhões com juros da dívida em 2009, o governo do Estado terá apenas R$ 380 milhões para investimento. Isso fez com que o governador Blairo Maggi determinasse à Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra) corte em vários projetos da lista de prioritários.

O corte foi determinado durante reunião com o secretário Vilceu Marchetti. “Determinei que fiquem de fora todas as obras novas. Vamos ter que priorizar as obras antigas e que já estão em andamento. Será a prioridade entre as prioridades”, afirmou Blairo, durante visita ao município de Várzea Grande.

Entre as prioridades mantidas por Blairo constam a pavimentação da rodovia que corta o Pantanal a partir de Poconé (MT-370), a que liga Brasnorte a Juína (MT-170) e o trecho na mesma região que se estende até Juara, além do trecho restante perto de Rosário Oeste (MT-010) e a ligação entre Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço (MT-040). Secretário de Estado de Infraestrutura, Vilceu Marchetti, admite que o corte terá grande impacto mas ainda alimenta a expectativa de incluir mais projetos entre os prioritários. “Vamos ver com o governador o que é possível. Isso vai depender de como se comporta a arrecadação do Estado, mas a determinação que ele deu já foi acatada”.

Crise - Os investimentos desenfreados e sem levar em consideração a responsabilidade fiscal foram os motivos da crise financeira dos estados no período de 1995 a 1998 e que levaram ao aumento da dívida pública e a posterior renegociação naquele período. A renegociação representou um fôlego para os estados e foi elaborada com perspectiva para se estender pelos próximos 30 anos. O problema é que, além do saldo devedor não parar de crescer, o alto comprometimento da receita dos estados com as parcelas vem sendo motivo de muita reclamação.

Fonte: Jornal A Gazeta

Renegociação ganha repercussão

domingo, 11 de janeiro de 2009

blairo-maggi O governador Blairo Maggi (PR) reafirmou o compromisso de lutar para que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, troque o indexador da correção das dívidas do Estado e dos municípios e conceda moratória de dois anos sobre juros e encargos da dívida. Em dois anos Mato Grosso deixaria de corrigir sua dívida em R$ 1 bilhão e mesmo assim continuaria pagando o principal que no ano passado foi de R$ 650 milhões.

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, na edição que circulou ontem, tanto Blairo Maggi quanto o secretário de Fazenda, Eder Moraes colocaram os Estados e Municípios na condição defensiva de terem tratamento no mínimo igual ao dado ao setor privado, que está sendo socorrido pela União diante da crise econômica mundial. “É fato que a arrecadação vai sofrer uma queda, até porque a movimentação econômica será reduzida”, disse o governador que nesta semana retoma suas atividades no Palácio Paiaguás.

Já o secretário Eder Moraes pondera que mesmo com dificuldades os Estados e os municípios continuariam a desembolsar os pagamentos de suas dívidas que somente parariam de crescer por dois anos, mantendo assim o equilíbrio das finanças públicas, não gerando déficit nem aumentando a dívida interna.

Segundo a entrevista, o argumento usado pelo governador Blairo Maggi (PR) é de dar impulso a ampla proposta de renegociação das dívidas. Já Eder Moraes diz que as mudanças combateriam a “falta de liquidez estatal” para investimentos durante o período de “turbulência”. O valor total das dívidas, renegociadas na década passada, é superior a R$ 330 bilhões.

Fonte: A Gazeta

Mato Grosso pede pacote anticrise para os Estados

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

O governador Blairo Maggi (PR-MT) pede o fim da indexação e
uma moratória de dois anos no pagamento de juros e encargos

Rodrigo Vargas / Agência Folha

Se a União pode desembolsar bilhões para ajudar o setor privado a enfrentar a crise internacional, também deve ajudar Estados e municípios a amenizar os efeitos da queda na arrecadação que se avizinha.

Eder Moraes e Blairo Maggi

Eder Moraes e Blairo Maggi

O argumento vem sendo usado pelo governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR), para dar impulso a uma ampla proposta de renegociação das dívidas com a União - que inclui o fim da indexação e uma moratória de dois anos no pagamento de juros e encargos.

O secretário estadual Eder de Moraes (Fazenda) diz que as mudanças combateriam a “falta de liquidez estatal” para investimentos durante o período de “turbulência” e “desaceleração da atividade econômica”.

“O governo teve boa vontade para gastar R$ 250 bilhões em ajuda ao setor privado, então é justo que Estados e municípios sejam também amparados neste momento com a reestruturação da dívida”, avalia Moraes.

O valor total das dívidas, renegociadas na década passada pelo governo FHC, é superior a R$ 330 bilhões.

A principal medida, na opinião do secretário, é a retirada da indexação da dívida pelo IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna). Em 2008, segundo ele, a combinação de juros prefixados -de 6,5% ao ano- mais o indexador representou de 19% a 21% de correção sobre o valor total.

“É impossível sustentar essa correção. É uma relação de agiotagem”, compara.

Uma alternativa menos drástica, também prevista na proposta, é a substituição do IGP-DI pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor). “Se este fosse o indexador, Mato Grosso teria economizado cerca de R$ 1 bilhão desde 1998″, afirma.

Sobre o pedido de suspensão temporária do pagamento de juros e encargos em 2009 e 2010, Moraes diz que os valores economizados seriam integralmente direcionados a investimentos “sociais e econômicos”, e não no custeio da máquina.

A ideia ganhou site e abaixo-assinado na internet (www. movimentoinvestebrasil. com.br). “A sólida situação macroeconômica do país [permite] que a Secretaria do Tesouro Nacional possa absorver essa proposta sem nenhum prejuízo ao equilíbrio fiscal do país”, diz texto da página.

Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da Fazenda informou que o Tesouro não comenta propostas relacionadas à divida pública.

A Secretaria da Fazenda de Minas Gerais disse apoiar a proposta de troca do indexador. A Fazenda do Paraná disse que concorda com “uma reestruturação das dívidas, e não simplesmente uma moratória, que tem grandes implicações financeiras”. A Secretaria da Fazenda de São Paulo disse desconhecer a proposta.


Fonte:
Folha de São Paulo