• O Governo do Estado de Mato Grosso criou o Movimento Investe Brasil e está percorrendo diversas cidades para defender a tese da reestruturação da dívida pública dos Estados e municípios brasileiros. O movimento está sendo liderado pelo governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, que determinou ao secretário de Fazenda, Eder Moraes, difundir e buscar adesão à proposta, apresentando a idéia a empresários nacionais, federações, confederações, senado, câmara federal,
    entre outros, com o objetivo de colher assinaturas em prol dessa luta pelo desenvolvimento do Brasil.
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Estados e municípios - União sinaliza em reduzir dívidas

sábado, 28 de março de 2009

Proposta de troca do indexador IGP-DI para IPCA pode trazer significativa economia para Mato Grosso no pagamento para a União

Eder Moraes

O Governo do Estado de Mato Grosso pode ter uma vitória parcial nesta sexta-feira, na luta do secretário de Fazenda, Eder Moraes para que a União reveja as exigências no pagamento de juros e correção, além da amortização da dívida para com a União. A decisão abrangeria estados e municípios e, dependendo dos cálculos, poderia gerar uma economia para o Tesouro Estadual entre R$ 150 milhões e R$ 200 milhões/ano.

O governo federal leva para a reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que é a reunião das Secretarias de Fazenda de todos os 27 estados brasileiros para apreciação de propostas relativas a transação interestadual e que por exigência legal devem ser aprovadas por unanimidade para terem validade, uma minuta em que são propostas algumas alterações no trato das dívidas com a União.

A informação veio do coordenador do Grupo dos Gestores Financeiros (Gefin), que é órgão auxiliar do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), César Ferreira, e foi publicada no jornal Estado de São Paulo na semana passada, após alguns governadores discordarem da proposta de Mato Grosso de renegociação das dívidas por cobranças excessivas nos juros e correções.

Para se ter uma idéia, Mato Grosso pagou em 2008, R$ 420 milhões de juros e encargos da dívida e R$ 286 milhões de amortização, num total de 706 milhões, contra R$ 659 milhões em 2007, uma diferença de R$ 47 milhões. “Este tipo de correção que é inaceitável e temos que mudar isto, pois os riscos com a queda dos juros é de que os estados e os municípios financiem o governo federal”, disse Éder Moraes.

Entre as possíveis propostas que a União deverá levar para o Confaz está a reivindicação da mudança do indexador do IGP-DI para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), que é utilizado pelo governo federal para medir a inflação. “Só está mudança já provocará uma sensível redução no volume de recursos que teremos que desencaixar em 2009, o que é essencial por causa da crise econômica mundial que tendenciosamente pode catapultar a correção dos juros e encargos da dívida”, disse o secretário, assegurando que vai acompanhar e ver quais serão as propostas da União, mas acreditando que “de qualquer maneira haverão avanços”, pontuou.

Fonte: Jornal A Gazeta - Edição 26.03.09

Movimento Investe Brasil chama a atenção da imprensa nacional

sexta-feira, 13 de março de 2009
Eder Moraes concede entrevista a Joven Pan Online

Eder Moraes concede entrevista à Jovem Pan Online

O Movimento Investe Brasil, liderado pelo governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, e encampado pelo secretário de Fazenda, Eder Moraes, caiu nas graças da imprensa nacional. Na última quarta-feira (11.03), o secretário participou de uma entrevista ao vivo, para todo o país, na Jovem Pan Online, em São Paulo (SP), e defendeu a tese da reestruturação da dívida pública dos Estados e municípios brasileiros.

No mesmo dia, Eder Moraes falou sobre o tema e explicou a proposta de Mato Grosso ao Jornal O Estado de São Paulo – Estadão, e à Revista Istoé Dinheiro. As reportagens deverão circular em breve.

A proposta mato-grossense é uma forma de os governadores e prefeitos de todo o país pressionarem o governo federal para a revisão dos contratos de renegociação das dívidas estaduais e municipais assumidas pela União no final dos anos 90.

Isso inclui a redução de 15% para 10% do comprometimento da receita líquida para pagamento anual das prestações das dívidas contratadas ao amparo das leis federais de nº 8.727/93 e 9.496/97; a exclusão do IGP-DI como indexador inflacionário dos contratos da dívida dos estados e municípios; e a amortização apenas do principal dos juros e encargos da dívida pelo período de dois anos (2009 e 2010), suspendendo por este período o pagamento dos juros e encargos.

Segundo o secretário de Fazenda, os estados e municípios estão sendo aviltados pela União. “É uma relação de agiotagem e alguém tem que fazer um movimento contra tudo isso. Tudo que queremos é sensibilizar o governo federal”, disse, ao explicar que os recursos poupados poderão somente ser aplicados em investimentos de infraestrutura e programas sociais, não podendo ser gastos com despesas correntes.

Dessa forma, o movimento visa a difundir e buscar adesão à proposta, apresentando a ideia a empresários nacionais, federações, confederações, senado, câmara federal, entre outros, para colher assinaturas em prol dessa luta pelo desenvolvimento do Brasil. Para isso é necessário a mobilização, a fim de obter um milhão de assinaturas pelo abaixo-assinado virtual disponível no site: www.movimentoinvestebrasil.com.br e, posteriormente, entregar ao presidente Lula.

MATO GROSSO

A título de exemplo, apenas em 2008, o Estado de Mato Grosso desembolsou R$ 706 milhões de principal, juros e encargos para pagamento das dívidas amparadas nas Leis Federais 8.727/93 e 9.496/97, cujo montante é de R$ 5,34 bilhões. Em 2009 e 2010, serão desembolsados R$ 1,6 bilhão de principal, juros e encargos. O caso de Mato Grosso se aplica a praticamente todos os estados e municípios brasileiros, cuja dívida total acumulada com a União ultrapassa a casa dos R$ 300 bilhões.

Dívida de MT pode chegar a 1 bilhão de reais em 2009

segunda-feira, 2 de março de 2009

Mato Grosso poderá ter que desembolsar em 2009, ano que é anunciado como o da crise econômica mundial, R$ 1 bilhão entre juros, encargos e amortização da dívida que no ano de 2008 já atingiu R$ 706 milhões, sendo R$ 286 milhões de amortização e R$ 420 milhões de juros e encargos.

“Isso é um sadismo fiscal sem precedentes que impede o crescimento da economia estadual”, disse o secretário de Fazenda, Eder Moraes, assinalando que a proposta de não correção e não pagamento dos juros por dois anos impediria os efeitos da crise em todo o Brasil.

Esses números preocupam os deputados José Riva (PP), presidente da Assembléia, o 1º secretário, Sérgio Ricardo (PR) e o líder do PPS, Percival Muniz. Os parlamentares querem que o Legislativo esteja atento e em busca de uma proposta alternativa a ser apresentada ao presidente da República. “Não é possível que um Estado fundamental para o equilíbrio da balança comercial graças a produção agrícola não possa ser atendido pela União. Acredito que o governador Blairo Maggi (PR) deveria utilizar do seu prestigio pessoal e cobrar uma melhor posição”, pontuou Percival Muniz.

Já o presidente, deputado José Riva (PP) alertou que se decisões não forem tomadas a crise será devastadora no interior, pois os municípios dependem muito dos repasses federais que já dão sinais de enfraquecimento, bem diferente da ascensão dos últimos três anos. “Em fevereiro já houve uma redução de 5% na arrecadação de impostos em relação a 2008 o que está representando menos R$ 218 milhões para os municípios brasileiros segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM)”, disse o progressista.

Percival apontou que é um absurdo Mato Grosso pagar mais de R$ 700 milhões em um único ano de dívidas e juros e em contrapartida receber apenas R$ 74,8 milhões em investimentos da União.

“Estão tratando Mato Grosso com um descaso sem precedentes”, pontuou.

O 1º secretário, Sérgio Ricardo defendeu a composição de um documento que será assinado pelos 24 deputados e a formação de uma comissão que em Brasília buscará apoio do Congresso Nacional para se construir uma ponte de entendimentos com o governo federal a fim de salvar, principalmente, os municípios da falência.

Fonte: Jornal A Gazeta

MT lidera campanha nacional por menos juros

domingo, 25 de janeiro de 2009

O governador Blairo Maggi, entusiasmado com a proposta do seu secretário de Fazenda, Eder Moraes, está encabençando uma mobilização nacional em defesa da reestruturação das dívidas dos Estados e Municípios. Argumenta que o Brasil vive uma grave crise financeira, que ocasionará redução da capacidade de investimentos públicos e danos expressivos ao emprego, à renda, ao consumo e à arrecadação tributária.
Leia mais aqui

Fonte: RDNews

Com a crise, Mato Grosso lança campanha pela renegociação das dívidas estaduais

sábado, 24 de janeiro de 2009
Governador Blairo Maggi

Governador Blairo Maggi

Com a crise econômica começando a afetar a produção brasileira, os governos dos estados se inquietam com a possibilidade de queda de sua arrecadação. Como a Lei de Responsabilidade Fiscal limita seus endividamentos e impede que os estados lancem títulos de dívida no mercado, o governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, lançou um movimento para conseguir do governo federal mudanças dos contratos de renegociação das dívidas estaduais e municipais assumidas pela União no final dos anos 90.

Maggi quer que os governadores e prefeitos pressionem o Congresso e o governo para revisão dos contratos. A princípio, ele defende uma moratória de dois anos sobre os juros e os encargos da dívida superior a R$ 330 bilhões dos estados e municípios junto ao governo federal. Fora isso, ele entende que a União deve eliminar dos contratos a correção da dívida pelo IGP-DI, ficando apenas os juros de 6% ao ano. Reivindica ainda mudança nas leis que sustentaram o plano de reestruturação das dívidas estaduais e municipais (Leis 8.727/93 e 9.496/97), para reduzir de 15% para 13% das receitas líquidas reais o montante que deve ser usado no pagamento das dívidas.

O governador pondera que o governo federal vem concedendo ajuda às empresas afetadas pela crise, mas até agora nada foi feito para reduzir as dificuldades dos estados e municípios. “A arrecadação vai sofrer uma queda”, alerta Blairo Maggi. E os governos estaduais precisam de fôlego para manter seus investimentos, o que amenizaria a crise.

Fonte: Agência Senado

Renegociação ganha repercussão

domingo, 11 de janeiro de 2009

blairo-maggi O governador Blairo Maggi (PR) reafirmou o compromisso de lutar para que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, troque o indexador da correção das dívidas do Estado e dos municípios e conceda moratória de dois anos sobre juros e encargos da dívida. Em dois anos Mato Grosso deixaria de corrigir sua dívida em R$ 1 bilhão e mesmo assim continuaria pagando o principal que no ano passado foi de R$ 650 milhões.

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, na edição que circulou ontem, tanto Blairo Maggi quanto o secretário de Fazenda, Eder Moraes colocaram os Estados e Municípios na condição defensiva de terem tratamento no mínimo igual ao dado ao setor privado, que está sendo socorrido pela União diante da crise econômica mundial. “É fato que a arrecadação vai sofrer uma queda, até porque a movimentação econômica será reduzida”, disse o governador que nesta semana retoma suas atividades no Palácio Paiaguás.

Já o secretário Eder Moraes pondera que mesmo com dificuldades os Estados e os municípios continuariam a desembolsar os pagamentos de suas dívidas que somente parariam de crescer por dois anos, mantendo assim o equilíbrio das finanças públicas, não gerando déficit nem aumentando a dívida interna.

Segundo a entrevista, o argumento usado pelo governador Blairo Maggi (PR) é de dar impulso a ampla proposta de renegociação das dívidas. Já Eder Moraes diz que as mudanças combateriam a “falta de liquidez estatal” para investimentos durante o período de “turbulência”. O valor total das dívidas, renegociadas na década passada, é superior a R$ 330 bilhões.

Fonte: A Gazeta

Mato Grosso pede pacote anticrise para os Estados

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

O governador Blairo Maggi (PR-MT) pede o fim da indexação e
uma moratória de dois anos no pagamento de juros e encargos

Rodrigo Vargas / Agência Folha

Se a União pode desembolsar bilhões para ajudar o setor privado a enfrentar a crise internacional, também deve ajudar Estados e municípios a amenizar os efeitos da queda na arrecadação que se avizinha.

Eder Moraes e Blairo Maggi

Eder Moraes e Blairo Maggi

O argumento vem sendo usado pelo governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR), para dar impulso a uma ampla proposta de renegociação das dívidas com a União - que inclui o fim da indexação e uma moratória de dois anos no pagamento de juros e encargos.

O secretário estadual Eder de Moraes (Fazenda) diz que as mudanças combateriam a “falta de liquidez estatal” para investimentos durante o período de “turbulência” e “desaceleração da atividade econômica”.

“O governo teve boa vontade para gastar R$ 250 bilhões em ajuda ao setor privado, então é justo que Estados e municípios sejam também amparados neste momento com a reestruturação da dívida”, avalia Moraes.

O valor total das dívidas, renegociadas na década passada pelo governo FHC, é superior a R$ 330 bilhões.

A principal medida, na opinião do secretário, é a retirada da indexação da dívida pelo IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna). Em 2008, segundo ele, a combinação de juros prefixados -de 6,5% ao ano- mais o indexador representou de 19% a 21% de correção sobre o valor total.

“É impossível sustentar essa correção. É uma relação de agiotagem”, compara.

Uma alternativa menos drástica, também prevista na proposta, é a substituição do IGP-DI pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor). “Se este fosse o indexador, Mato Grosso teria economizado cerca de R$ 1 bilhão desde 1998″, afirma.

Sobre o pedido de suspensão temporária do pagamento de juros e encargos em 2009 e 2010, Moraes diz que os valores economizados seriam integralmente direcionados a investimentos “sociais e econômicos”, e não no custeio da máquina.

A ideia ganhou site e abaixo-assinado na internet (www. movimentoinvestebrasil. com.br). “A sólida situação macroeconômica do país [permite] que a Secretaria do Tesouro Nacional possa absorver essa proposta sem nenhum prejuízo ao equilíbrio fiscal do país”, diz texto da página.

Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da Fazenda informou que o Tesouro não comenta propostas relacionadas à divida pública.

A Secretaria da Fazenda de Minas Gerais disse apoiar a proposta de troca do indexador. A Fazenda do Paraná disse que concorda com “uma reestruturação das dívidas, e não simplesmente uma moratória, que tem grandes implicações financeiras”. A Secretaria da Fazenda de São Paulo disse desconhecer a proposta.


Fonte:
Folha de São Paulo

Governo realiza campanha em prol da reestruturação da dívida pública

sábado, 3 de janeiro de 2009
Governador Blairo Maggi

Governador Blairo Maggi

A Secretaria de Fazenda do Estado (Sefaz) lançou a campanha “Movimento Investe Brasil”, com intuito de defender a tese de reestruturação da dívida pública dos Estados e municípios brasileiros, cujo objetivo principal e dar folêgo financeiro de curtssímo prazo para as economias estaduais e municipais dinate da aguda crise financeira mundial.

Conforme o secretário da Sefaz, Eder Moraes, a intenção é difundir e buscar adesão à proposta, apresentando a idéia a empresários nacionais, federações, confederações, Senado, Câmara Federal, entre outros, com o objetivo de colher assinaturas em prol dessa luta pelo desenvolvimento do Brasil.

O movimento está sendo liderado pelo governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, que não esconde a preocupação permanente com o crescimento da dívida pública estadual. Mato Grosso tem uma dívida estimada em R$ 5,4 bilhões, sendo que R$ 4,8 bilhões podem ser refinanciados com respaldo das leis federais 8.727/93 e 9.496/97. Se somados com os demais estados e municípios brasileiros, as dívidas públicas correspondem a mais de R$ 300 bilhões com a União. Leia mais [+]

Fonte: Olhar Direto

Eder quer mobilizar ”caras pintadas” em prol da reestruturação da dívida

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

O secretário de Fazenda, Eder Moraes, não irá desistir de convencer o governo Federal a realizar a reestruturação da dívida. Ele criou o Movimento Investe Brasil e está disposto a convocar os estudantes e até mesmo os “caras pintadas” para ir às ruas protestar em prol da reestruturação. “Essa campanha é muito séria e o governo do Estado enxerga como um objetivo a ser atingido em 2009, nós estamos fazendo um trabalho de mobilização da sociedade brasileira”, contou em entrevista exclusiva para o Olhar Direto.

Para Eder é inadmissível que os Estados e municípios brasileiros paguem uma carga de juros de até 20% ao ano, enquanto, os países vizinhos, como Bolívia, Paraguai, Venezuela e Colômbia, que recebem recursos do governo Federal, pagam juros médio de 3% ao ano. “Isso é uma relação de agiotagem da União com os Estado e Municípios. (…) Quer dizer que nós financiamos o desenvolvimento dos nossos co-irmãos em detrimento do bolso do contribuinte brasileiro que está pagando uma taxa de juros de 20% ao ano?”, questiona.

Um site do movimento foi criado para que as pessoas se posicionem favoráveis (www.movimentoinvestebrasil.com.br). Quando atingir 1 milhão de assinaturas eletrônica, o secretário irá até Brasília levar o documento e brigar pela reestruturação da dívida. “Se até lá o governo Federal já não tiver cedido e atendido as reivindicações, vamos mobilizar os estudantes brasileiros, os caras pintadas novamente e vamos para as ruas e para a porta do planalto brigar pelos nossos direitos”, declarou.

Segundo Eder, já se foram 10 anos da última renegociação das dívidas e este é o momento para a reestruturação. O secretário tem levado a discussão em nível nacional e já apresentou a proposta durante a Frente Nacional dos Prefeitos, além da Confederação Nacional das Indústrias, Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e ao Congresso Nacional.

O secretário garante que irá continuar essa peregrinação em 2009 para conscientizar a sociedade brasileira. “Até porque essa reestruturação vai permitir fazer com que o governo Federal injete recursos na economia real, injete recursos dos investimentos na construção civil, na construção de rodovia e isso garante emprego, garante renda, o comércio se mantém aquecido, garante a economia circulando riqueza e o retroalimentando à cadeia de imposto. Essa é uma medida óbvia que qualquer governo deveria tomar, e o Brasil deveria dar esse exemplo ao mundo e não ficar atacando causas, como erros de conglomerados financeiros, erros de instituições de executivos não preparados. Nós socorremos os erros e não nos procuramos em atingir o problema que é fazer a economia real estar aquecida, garantindo a sustentabilidade das empresas brasileiras e das atividades econômicas do país”, explicou.

A tese de reestruturação da dívida pública de Estados e Municípios consiste na suspensão temporária do pagamento dos juros e encargos da dívida consolidada dos estados e municípios pelo período de dois anos (2009 e 2010); retirada do IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) como indexador das dívidas dos estados e municípios com a Secretaria do Tesouro Nacional, ficando apenas os juros de 6% ao ano e redução de 15% para 13% o comprometimento da receita líquida real para pagamento anual das prestações das dívidas contratadas ao amparo das leis federais de nº 8.727/93 e 9.496/97.

Fonte: Olhar Direto

Eder faz levante para reduzir dívidas

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Secretário de Estado de Fazenda, Eder Moraes, é um dos líderes do movimento em âmbito nacional para diminuir os valores empregados com dívidas

Ao analisar os avanços implementados pela Secretaria Estadual de Fazenda no conjunto das políticas traçadas para elevar a arrecadação de Mato Grosso, o secretário Eder Moraes lança um ‘levante’ na defesa da revisão da dívida dos estados e municípios junto à União.

O movimento visa a assegurar, por meio da integração da sociedade, a abertura de um diálogo com o governo federal. A principal meta é garantir a adequação do pagamento das pendências a uma nova realidade econômica de estados e municípios. Eder critica a dura posição adotada pela União quando o tema é revisão dos débitos das unidades federativas.

O secretário destaca também a importância da conscientização da sociedade em relação ao correto pagamento dos tributos. Neste sentido, ressalta as inovações instaladas na Sefaz para coibir a evasão fiscal, por meio de sistema interligado que permite o cruzamento de dados. Éder acrescenta ainda a importância dos bons resultados obtidos pela atual gestão fiscal ao ressaltar o significado desse quadro para Mato Grosso, que assegura reflexos positivos no âmbito do desenvolvimento. Moraes pontua ainda a liderança de Mato Grosso em relação aos incentivos fiscais e redução tributária que, segundo ele, coloca o Estado à frente das outras unidades da federação em relação à Reforma Tributária. Nesta entrevista ao Diário, também analisa as possíveis conseqüências para o Estado sobre a crise na economia mundial. Avisa também sobre o estreitamento do cerco contra a evasão fiscal que será “reforçado” em 2009.

Leia a entrevista completa aqui

Fonte: Jornal Diário de Cuiabá